quinta-feira, 31 de março de 2016

"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido". Malcolm X


Será que todos sabem mesmo o que é RESPONSABILIDADE?

 

Por Alessandra Leles Rocha

 

RESPONSABILIDADE. Sf. 1. Qualidade ou condição de responsável. 2. P.ext. Condição de causador de algo (esp. dano); culpa. 3. Aquilo (tarefa, ação) pelo qual alguém é responsável; obrigação, dever. 4. Jur. Condição jurídica de quem, sendo considerado capaz de conhecer e entender as regras e leis e de determinar as próprias ações, pode ser julgado e punido por seus atos. (mini Aurélio – O Dicionário da Língua Portuguesa)

 

Para romper com quaisquer discursos tendenciosos, o verbete acima se faz claro sobre o que é RESPONSABILIDADE e de que modo se pode pautar uma reflexão acerca de tudo o que a envolve. Assim, independente de quaisquer outras considerações ou particularidades, a RESPONSABILIDADE é condição natural para a manutenção do equilíbrio e da ordem social. Quando cada um sabe o papel que lhe cabe na seara individual e coletiva da sociedade e o cumpre de maneira satisfatória e competente, o cotidiano ganha a fluidez necessária para se almejar pelo desenvolvimento, pelo progresso, pela evolução.

O Brasil vive sob os pilares de Estado Democrático de Direito, ou seja, sustenta os seguintes princípios: - a soberania, - a cidadania, - a dignidade da pessoa humana, - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e, - o pluralismo político; pelo menos é o que diz a Carta Magna da nação em seu artigo 1º. Me expresso dessa forma, porque para efetivamente cumpri-los há de se impregnar de muita RESPONSABILIDADE; algo que, na história desse país, sempre esteve tão frágil.

Sim. As falácias meticulosamente engendradas e exaustivamente repetidas em ciclos dão testemunho disso. Basta tomar como exemplo, aquelas baseadas no artigo 3º da Constituição vigente e traçarmos um paralelo com a própria realidade. Será que nossos representantes, eleitos por voto direto, têm mesmo construído uma sociedade livre, justa e solidária? Ou garantido o desenvolvimento nacional? Ou erradicado a pobreza e a marginalização, através da redução das desigualdades sociais e regionais? Ou promovido o bem de TODOS, sem preconceitos de quaisquer naturezas? Será?

Infelizmente, no Brasil, depois de eleitos os representantes do povo se esquecem de sua RESPONSABILIDADE, como em um passe de mágica. O que lhes importa de fato é a manutenção do poder; não, que 9,1 milhões de brasileiros estejam desempregados, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – 2,6 milhões a mais que há um ano. Ou que os pedidos de falência registrem alta de 36% no acumulado do 1º bimestre em comparação a mesmo período do ano anterior, segundo dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Ou que pessoas continuem a mercê da desassistência nos hospitais públicos, em razão da falta de profissionais, medicamentos, estrutura em geral. Enfim...

Essa falta de RESPONSABILIDADE secular em nosso país chegou ao seu ápice, ou seja, a engrenagem travou. A deterioração da gestão pública reflete hoje a cronicidade do descaso, do desrespeito, da negligência com os miseráveis pagadores de impostos. Todas aquelas cifras bilionárias exibidas na mídia e nenhum resultado prático e eficiente em prol do cidadão. Só desperdício aqui, ali, acolá. Enquanto se avolumam os casos de corrupção, as obras inacabadas, o mau emprego dos recursos, as esperanças, tecidas por promessas ardilosamente maquiavélicas, se esvaem etéreas. Segundo o provérbio, “Ninguém é obrigado a prometer; mas, se o fez torna-se obrigado a cumprir”; entretanto, a ‘justificativa’ vem na forma de outro dito popular: “Devo não nego; pago quando puder”. Então, quem aguenta tamanha IRRESPONSABILIDADE?

Ao absterem-se da RESPONSABILIDADE, a qual nem deveria precisar de nenhum ordenamento jurídico, mas tão somente do bom senso que emana das boas índoles, nossos governantes ferem severamente o Poder Democrático que emana do povo. Tripudiam da Democracia desqualificando seus entes mais importantes, os cidadãos, imputando-lhes dias de incerteza e penúria, diante da imobilidade voluntária no cumprimento de suas responsabilidades.

Tudo isso não é ficção, nem teoria da conspiração. É a realidade estampada minuto a minuto pelos veículos de comunicação, que cabe opiniões diversas é claro. Mas, longe das tendenciosidades bi polarizadas, permita-se apenas olhar com os próprios olhos e ver as filas dos desempregados se agigantarem em busca do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) nas agências da Caixa Econômica Federal ou dos serviços de atendimento ao trabalhador. Ou a presença da inflação galopante na hora das compras no mercado, quando se descobre que o dinheiro de ontem não compra nem a metade dos produtos agora. Ou o aumento na demanda dos alunos por uma vaga nas escolas públicas, diante da impossibilidade dos pais em pagar as mensalidades na rede particular. Ou o impacto das novas cifras tributárias sobre os serviços de água, luz, combustível etc...

Sendo assim, como disse José Saramago, prêmio Nobel de Literatura (1998), “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos, sem responsabilidade talvez não mereçamos existir”. Portanto, diante dos fatos que nos consomem o corpo e o espírito será que todos sabem mesmo o que é RESPONSABILIDADE?

quinta-feira, 24 de março de 2016

02 de Abril - Dia Mundial do Autismo

* 2ª Marcha pelos Direitos da Pessoa com Deficiência
8:00 às 9:30h
* Apresentações Culturais
9:40 às 12:00h
*Orientações
8:00 às 12:00h
Local: Praça Tubal Vilela - Uberlândia/MG

Direitos Humanos. O que seria deles se não houvesse a comunicação?

Seminário na Faculdade de Direito vai discutir o que são os direitos humanos

A Clínica de Direitos Humanos (CdH), projeto de extensão e pesquisa da UFMG, vai promover o seminário Construções interdisciplinares: o que são direitos humanos?, de 29 a 31 de março, na Faculdade de Direito. Os participantes vão discutir a definição de direitos humanos para várias áreas do conhecimento, e serão apresentadas as ações realizadas na CdH.
O evento será composto de seis painéis com a participação de acadêmicos e profissionais de todo o Brasil que possuem experiência sobre o assunto. Haverá também roda de conversa e exposição dos trabalhos da artista mineira Carol Rossetti.
O seminário é aberto a toda a comunidade. As instruções para participação podem ser encontradas no site da Clínica e na página do Facebook.
Os valores da taxa de inscrição são de R$15 (estudantes de graduação e pós) e R$ 20 (demais interessados). Bolsistas integrais do Prouni e estudantes classificados nos níveis I e II da Fump estão isentos do pagamento. Após o término das atividades, serão enviados certificados de 20 horas aos participantes.
Conheça a programação:
29/3
11h - O que são os direitos humanos: visões da Antropologia e do Direito Internacional dos Direitos Humanos (Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer e Ângela Pinto Terto)
17h – Pornografia não consensual como violação dos direitos humanos (Rose Leonel e Cláudia Natividade)
30/3
11h – O que são direitos humanos? Visões do direito constitucional e da psicologia social (Elo Wecko V. de Castilho e Marco Aurélio M. Prado)
15h – Bate-papo com Carol Rossetti: Representação de minorias através da arte
17h – Gênero e sensualidade na infância e adolescência: interfaces com o sistema socioeducativo (Tiago Duque e Márcio Rogério)
31/3
11h – Direitos humanos e a importância das clínicas pelo Brasil (Janaina D. Germana, Valéria Jacob e Diego Valadares)
17h – Das necessidades humanas aos direitos: visões de filosofia do direito e da ciência política (Miracy Gustin)
A Faculdade de Direito da UFMG fica na Avenida João Pinheiro, 100, Centro.




terça-feira, 22 de março de 2016

Comunicação Corporativa: Lições da propaganda para o seu negócio!!!




A partir da experiência do professor como redator publicitário para grandes marcas, o curso oferece noções para a criação e execução de projetos de comunicação online. Num momento em que áreas não ligadas aos departamentos de comunicação passam a ter demandas de comunicação interna e até mesmo externa, as equipes precisam de um conhecimento da comunicação publicitária mais embasado para que se tornem mais confiantes e alcancem resultados mais efetivos na transmissão de uma mensagem. A cada encontro, exemplos práticos de campanhas de sucesso que se tornaram referência quando o assunto é comunicar.

Informações

Início: 01/04/2016

Duração: 3 encontros

Dias: Sextas-Feiras

Horário: das 20h às 22h

Valor: 3x de R$170,00

 

sexta-feira, 18 de março de 2016

Palavras para não esquecer!


Nem sempre é fácil entender. Nem sempre é fácil se fazer entendido. A Comunicação é uma Arte; por isso, exercite-a!

Limites da Tolerância 
 
Leonardo Boff


Tudo tem limites, também a tolerância, pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer:"não te é permitido fazer o que fazes". Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa, insensibilidade ética ou comodismo.
Não devemos ter tolerância com aqueles que têm poder de erradicar a vida humana do Planeta e de destruir grande parte da biosfera. Há que submetê-los a controles severos.
Não devemos ser tolerantes com aqueles que assassinam inocentes, abusam sexualmente de crianças, traficam órgãos humanos. Cabe aplicar-lhes duramente as leis.
Não devemos ser tolerantes com aqueles que escravizam menores para produzir mais barato e lucrar no mercado mundial. Aplicar contra eles a legislação mundial.
Não devemos ser tolerantes com terroristas que em nome de sua religião ou projeto político cometem crimes e matanças. Prendê-los e levá-los às barras dos tribunais.
Não devemos ser tolerantes com aqueles que falsificam remédios que levam pessoas à morte ou instauram políticas de corrupção que delapidam os bens públicos. Contra estes devemos ser especialmente duros pois ferem o bem comum.
Não devemos ser tolerantes com as máfias das armas, das drogas e da prostituição que incluem sequestros, torturas e eliminação física de pessoas. Há punições claras.
Não devemos ser tolerantes com práticas que, em nome da cultura, cortam as mãos dos ladrões e submetem mulheres a mutilações genitais. Contra isso valem os direitos humanos.
Nestes níveis não há que ser tolerantes, mas decididamente firmes, rigorosos e severos. Isso é virtude da justiça e não vício da intolerância. Se não formos assim, não teremos princípios e seremos cúmplices com o mal.
A tolerância sem limites liquida com a tolerância assim como a liberdade sem limites conduz à tirania do mais forte. Tanto a liberdade quanto a tolerância precisam, portanto, da proteção da lei. Senão assistiremos a ditadura de uma única visão de mundo que nega todas as outras. O resultado é raiva e vontade de vingança, fermento do terrorismo.
Onde estão então os limites da tolerância? No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde pessoas são desumanizadas, ai termina a tolerância. Ninguém tem o direito de impôr sofirmento injusto ao outro.
Os direitos ganharam sua expressão na Carta dos Direitos Humanos da ONU, assinada por todos os paises. Todas as tradições devem se confrontar com aqueles preceitos. Se práticas implicarem violação daqueles enunciados não podem se justificar. A Carta da Terra zela pelos direitos da natureza. Quem os violar perde legitimidade. Por fim, é possível ser tolerantes com os intolerantes? A história comprovou que combater a intolerância com outra intolerância leva à aspiral da intolerância. A atitude pragmática busca estabelecer limites. Se a intolerância implicar crime e prejuizo manifesto a outros, vale o rigor da lei e a intolerância deve ser enquadrada. Fora deste constrangimento legal, vale a liberdade. Deve-se confrontar o intolerante com a realidade que todos compartem como espaço vital. Deve-se levá-lo ao diálogo incansável e fazê-lo perceber as contradições de sua posição. O melhor caminho é a democracia sem fim que se propõe incluir a todos e a respeitar um pacto social comum.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Identidade e diferença – A perspectiva dos estudos culturais










Organizado por Alessandra Leles Rocha. Ano 2015.

Entre a liberdade e a segurança, como conseguir o equilíbrio?


É proibido proibir?
18 de abril de 2016 - Segunda-feira às 20h

A tão mencionada crise de autoridade – verdadeiro novo sintoma da civilização – apresenta uma relação direta com a crise da função paterna. Esta se instituiu ao longo do século XX, com a mudança de status das mulheres nas sociedades pós-guerras, marcadas por seu ingresso no mercado de trabalho, pela ação dos movimentos feministas e, a partir dos anos 1960, pelo potencial liberador dos anticonceptivos. Nesse momento, a palavra do pai – a qual, por sua função interditora, enquadra e impõe limites ao desejo da criança – perdeu seu poder. A tal ponto que os movimentos político-sociais da época anunciavam claramente a nova era: Il est interdit d’interdire, entoavam os estudantes pelas ruas de Paris em Maio de 1968; É proibido proibir, cantava Caetano Veloso no mesmo ano, no Brasil.




domingo, 13 de março de 2016

Sem desvios na comunicação...

A grande corrupção e as pequenas corrupções

31/03/2015

Passadas duas semanas, o tema das manifestações de março ainda é um desses que o momento nos impõe. De fato, após décadas adormecida, a sociedade se mostra mais uma vez ciente do seu dever de cobrança e repúdio às práticas da administração pública. Diferentemente das manifestações de junho de 2013, que eram difusas e, por causa disso, foram sabotadas, as do dia 15 tinham o seu alvo: a corrupção e a ineficiência dos governos, incluindo tudo que se relaciona com o bem público.

Quem acompanhou, por exemplo, o depoimento de Pedro Barusco à CPI deve ter ficado enojado. Funcionário da estatal com salário de R$ 1,2 milhão por ano, Barusco acumulou em alguns anos aproximadamente US$ 100 milhões provenientes da corrupção. Embora seja um dos expoentes, ele não é o único a se beneficiar de uma prática socialmente nociva e muito pouco combatida e responsabilizada.

De fato, a sociedade deve se mobilizar para coibir qualquer tipo de corrupção no poder público. Mas isso não basta. Ela deve se modificar para também coibir a corrupção privada. Estima-se, por exemplo, que a corrupção pública seja responsável por desviar R$ 80 bilhões do seu verdadeiro propósito. Por outro lado, a sonegação de tributos, que não é do trabalhador assalariado, compromete cerca de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões por ano, o que representa aproximadamente 10% do PIB brasileiro.

Se o objetivo de um país é evoluir culturalmente, economicamente e socialmente, todo e qualquer tipo de corrupção deve ser combatido, independentemente de sua origem ou grandeza

Quando dizem que a corrupção é sistêmica, não estão se referindo somente à corrupção generalizada no governo, mas sim em toda a sociedade. O motorista é corrupto quando não respeita a faixa de pedestre ou quando estaciona inapropriadamente em local reservado. O funcionário se torna corrupto quando não executa apropriadamente suas atividades. O estudante age de forma corrupta quando utiliza a cola para conseguir boas notas. O mecânico é corrupto quando adiciona à conta alguns serviços de manutenção que não foram executados. O agricultor é corrupto quando desmata inapropriadamente ou quando utiliza defensivos químicos proibidos. O camelô é corrupto quando espirra água com açúcar nas frutas para enganar o consumidor. Quem joga algum resíduo da janela do apartamento ou na casa do vizinho é igualmente corrupto. E, com a mais absoluta certeza, muitos desses corruptos estavam nas fileiras das manifestações contra a corrupção.

São milhares os exemplos de corrupções com que a sociedade brasileira se defronta. E vale afirmar que a corrupção não é somente obter proveitos indébitos, que envolvem suborno ou pagamentos ilícitos. Na sua forma mais ampla, a corrupção é a degradação de um bem ou de um costume social, ou seja, utilizá-los de forma inferior àquela para a qual foram idealizados.

Indistintamente, esses outros tipos de corrupção são considerados normais e legítimos por parte significativa da sociedade brasileira. E, por serem culturalmente aceitos por uma parcela, não haveria motivos para serem condenados ou combatidos. Portanto, de acordo com essa concepção, não seria a corrupção, em sua essência, que deveria ser combatida, mas sim a corrupção do poder público e aquela que se relaciona com as grandes somas. Se o objetivo de um país é evoluir culturalmente, economicamente e socialmente, todo e qualquer tipo de corrupção deve ser combatido, independentemente de sua origem ou grandeza. E para isso não basta substituir um grupo de políticos ou um grupo de partidos: é necessário ir além, e o fundamental é fortalecer as instituições, de tal forma que, independentemente das pessoas, as regras tenham sua validade e sua aplicação.

Nesse mês de março não teve pau, não teve pedra e teve, sim, o início de um caminho, porque tudo tem o verdadeiro começo. E que esse movimento não se esmoreça antes de completar o seu mais amplo e legítimo objetivo: um Brasil verdadeiramente melhor!

Rodolfo Coelho Prates, doutor em Economia, é professor do Programa de Mestrado e Doutorado da Universidade Positivo e do Middlebury College.




“Seja breve para que eles leiam; claro para que eles gostem; original para que eles não esqueçam e, acima de tudo, para que sejam guiados por sua luz”. (Joseph Pulitzer – jornalista norte-americano)

Video Lyric da música "Chega" do Gabriel o Pensador.
março de 2015

sexta-feira, 11 de março de 2016

O que uma boa comunicação pede é: Pense ao abrir a boca. Reflita. Analise os prós e contras. Manifeste-se com consciência e não, por conveniência.

O protesto e a hipocrisia - Por onde começar a 'limpeza'? A jornalista Isabele Benito decidiu falar sobre a falta de moral e a hipocrisia como um todo. Ir às ruas para protestar faz parte do processo democrático, mas é preciso acabar com a corrupção e a imoralidade a partir do próprio umbigo, nas pequenas ações.

Comunicação: a capacidade de trocar ou discutir ideias, de dialogar, com vista ao bom entendimento entre as pessoas. Só não se pode esquecer de que por detrás desse processo há sempre uma intenção; inclusive, agredir o outro.

Juíza pergunta a vítima de estupro se ela "tentou fechar as pernas"


Por iG Delas


A vítima, grávida de quatro meses, prestou queixa contra um homem que repetidamente a abusava “sexualmente e psicologicamente” [...]

quinta-feira, 10 de março de 2016

Na era da comunicação virtual, o tênue caminho entre o respeito e a exposição. Uma reflexão a ser considerada diariamente por todos nós.

Filhos sentem vergonha e querem que pais não postem sobre eles, diz estudo


E se as crianças pudessem estabelecer regras para seus pais nas redes sociais? O número de fotos delas em situações constrangedoras iria diminuir. Isso porque uma das normas impostas pelos filhos seria a de proibir a postagem de fotos na internet sem a autorização dos pequenos.
Ao menos é o que mostra um novo estudo chamado "Não na Mesa de Jantar: Perspectivas de Pais e Filhos Sobre as Regras de Uso de Tecnologia em Família", produzido em conjunto pelas universidades de Washington e Michigan e apresentado na semana passada nos Estados Unidos.
Os pesquisadores entrevistaram pais e filhos de 249 famílias norte-americanas, com crianças entre 10 e 17 anos, em 40 Estados diferentes, para saber sobre as regras e expectativas de ambos sobre o uso de tecnologia. A pesquisa também avaliou quais regras são mais fáceis ou difíceis de serem seguidas.
O estudo revelou preocupação das crianças em "oversharing" (postagens em excesso) dos pais em conteúdos envolvendo elas mesmas: 18% das crianças entrevistadas foram convictas em repudiar qualquer publicação no Facebook ou em outra rede social sem permissão. "Não poste nada sobre mim sem minha autorização", é a síntese do que sentem. O número é o dobro da resposta dos pais para a mesma afirmativa.
O motivo para o resultado, segundo a pesquisa, é que muitas das crianças se sentem envergonhadas com o conteúdo que é postado, e ficam frustradas quando os pais continuam divulgando isso repetidamente.
Outro dado que a pesquisa traz é que as crianças aceitam mais facilmente proibições como a de não usar Instagram ou WhatsApp do que regras que vetem a tecnologia em determinadas situações, como a de não usar na igreja ou num jantar. Ou seja, elas preferem estar fora de um aplicativo a terem limitações de horário de uso.
Um dos fatores que tornam essa relação pais, filhos e tecnologia mais difícil é o crescimento do uso de aparelhos celulares por parte de todos os membros da família, pois fica cada vez mais difícil estabelecer limites sobre o que é saudável ou não.
A conclusão da pesquisa é que as crianças sentem dificuldades em obedecer pedidos para se desconectar, enquanto os maiores problemas dos pais é mesmo postar em excesso conteúdos sobre os filhos.

Nada pode ser obstáculo para uma boa comunicação; por isso, os bons exemplos se multiplicam.


quarta-feira, 9 de março de 2016

Encurtando as distâncias, as diferenças. A comunicação do século XXI precisa ser inclusiva, acessível,... globalizada!



A iniciativa faz parte do programa de cursos extracurriculares online. As aulas são gratuitas e abertas para todos os estudantes do ensino público do estado. Resta saber se funcionarão [...]


A comunicação em meio aos ruídos. Algo a se pensar...

A caricatura do feminismo: desserviço à causa das mulheres

Por Thaís Nicoleti

Neste Dia Internacional da Mulher, aproveito o ensejo para convidar o leitor a me acompanhar numa reflexão baseada em textos sobre o feminismo que recentemente desencadearam acalorada discussão na internet. [...]
Continue a leitura em http://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/a-caricatura-do-feminismo-desservico-a-causa-das-mulheres/ e reflita!!!

Comunicação x Conhecimento. Por onde andará o equilibrio?!


Internet faz pessoas se acharem mais inteligentes do que são, diz estudo

Depois de buscas na rede, pessoas superestimam o próprio conhecimento. Há confusão entre conhecimento real e o que se pode buscar na internet.

Mariana Lenharo Do G1, em São Paulo

08/04/2015

A possibilidade de pesquisar na internet leva as pessoas a pensarem que têm mais conhecimentos do que de fato possuem. Uma série de experimentos feitos por pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, depois de um tempo de buscas na internet sobre determinado tema, voluntários tendem a superestimar seu conhecimento sobre outros assuntos.

Os resultados do estudo foram publicados no fim de março em um artigo no “Journal of Experimental Psychology: General”. Para os pesquisadores, as pessoas confundem o conhecimento que elas realmente têm com o conhecimento que podem acessar quando estão online.

Para testar essa hipótese, foram feitos nove experimentos com voluntários americanos. Um deles pediu para que um grupo de participantes buscasse na internet a resposta para várias perguntas. Para um segundo grupo, não foi dada a possibilidade de usar a internet nesta parte do teste.

Uma segunda etapa do experimento solicitou que os dois grupos avaliassem sua capacidade de responder por conta própria outras questões, não relacionadas com os primeiros temas. O grupo que pôde acessar a internet no começo foi muito mais otimista ao medir seus próprios conhecimentos sobre o assunto em comparação ao grupo que não teve acesso à internet.

"A internet é um recurso maravilhoso que torna o aprendizado sobre o mundo mais fácil de várias maneiras", disse ao G1, em entrevista por e-mail, o pesquisador Matthew Fisher, estudante de PhD de Yale e principal autor do estudo. "Isso pode ter um preço inerente, no entanto. Nossos resultados sugerem que as pessoas estão falhando em distinguir onde seu conhecimento acaba e onde começa o conhecimento externo."

Inteligência superestimada

A série de testes mostrou que os participantes que tiveram acesso à internet superestimaram sua capacidade de responder às questões propostas mesmo quando elas eram tão difíceis que as respostas não puderam ser encontradas na internet.

“Os efeitos cognitivos de ‘estar no modo pesquisa’ na internet podem ser tão poderosos que as pessoas ainda se sentem mais espertas mesmo quando suas pesquisas online não revelam nada", diz o professor de psicologia Frank Keil, um dos autores do estudo.

Na conclusão do artigo, os pesquisadores afirmam que "ao situar erroneamente o conhecimento externo dentro das próprias cabeças, as pessoas podem involuntariamente exagerar sobre quanto trabalho intelectual conseguem desempenhar em situações em que estão de fato por conta própria".

A arte como ferramenta de expressão, de comunicação.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Cidadania. Direitos Humanos. Justiça e Igualdade sociais. É possível comunicar tudo isso, além das palavras.



Em SP, exposição fotográfica retrata cotidiano de mulheres refugiadas no Brasil

Exposição durante o mês da mulher, em março, retrata sentimento de perda de laços sociais, a nostalgia e as incertezas experimentadas pelas mulheres refugiadas que vivem no Brasil. Iniciativa, lançada nesta segunda-feira (7) às 19h na FNAC da Avenida Paulista, é promovida pelo projeto Vidas Refugiadas e tem apoio do ACNUR e da OIT.

O sentimento de perda de laços sociais, a nostalgia e as incertezas experimentadas pelas mulheres refugiadas que vivem no Brasil evidenciam o não pertencimento ao novo local. Para tentar retratar seus dilemas individuais e ajudá-las neste novo momento, será lançado nesta segunda-feira (7), em São Paulo, o projeto “Vidas Refugiadas” e uma exposição sobre o tema.

O evento será no café da FNAC, na Avenida Paulista (2° andar), a partir das 19h, e busca mostrar o cotidiano de oito mulheres de diferentes nacionalidades no Brasil. O objetivo é auxiliar a integração das mulheres refugiadas no Brasil, possibilitando uma abertura de reconhecimento e empoderamento de seus papéis no contexto sociocultural.

O projeto tem o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

No lançamento das 16 imagens que compõem a exposição, registradas pelo fotógrafo Victor Moriyama, haverá um debate mediado pela realizadora do projeto, Gabriela Cunha Ferraz, com a presença do secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos; do representante do ACNUR no Brasil, Agni Castro Pita; e da nigeriana Nkechinyere Jonathan. Após o debate, será servida comida árabe.

Representando aproximadamente 30% das pessoas refugiadas no Brasil, a mulher refugiada acaba herdando a invisibilidade já habitualmente experimentada pelas mulheres, fazendo com que suas dificuldades sejam menos ouvidas, suas particularidades desrespeitadas e sua feminilidade ignorada.

O resultado desse processo de anulação é a limitação de seu acesso a direitos, impedindo sua plena integração e provocando uma perigosa repetição das violações já vivenciadas em seus países de origem.

A exposição ficará aberta ao público durante todo o mês de março – mês da mulher –, no café da FNAC, com entrada gratuita e funcionamento das 10h às 22h. Saiba mais clicando aqui ou na página do projeto no Facebook, em www.facebook.com/vidasrefugiadas

"A primeira igualdade, é a justiça". - Victor Hugo


Iniciando as atividades de 2016, o PetLetras convida a todos para o 1o. Têt-à-Pet do ano.

Receberemos Pedro Ferreira, estudante de direito da UFU, que conversará com os presentes sobre Identidade de Gênero e os obstáculos que ele, por ser transexual, enfrenta cotidianamente numa sociedade que confunde gênero com genitália.

Creio que este é um assunto sério e de interesse a todos nós, professores e alunos. 

Será, certamente, um aprendizado.

 

Local: Bloco G, Sala 240, Campus Santa Mônica

Dia: 08 de março, próxima terça-feira

Realização: PetLetras UFU

 

Eis o Facebook do nosso convidado, caso queiram saber um pouco mais de quem se trata: https://www.facebook.com/profile.php?id=100006219708222 

 

Fonte: Prof. José Magalhães

"A verdadeira educação é aquela que vai ao encontro da criança para realizar a sua libertação". - Maria Montessori





sábado, 5 de março de 2016

Mensagem do Secretário-Geral da ONU – Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (1/05/2009)


O artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos salvaguarda o direito “de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, reiteramos a importância fundamental deste direito – e a necessidade de proteger os jornalistas e os órgãos de comunicação social que o exercem na linha da frente.
O número de ataques a jornalistas continua a ser chocantemente elevado. Segundo o Comité para Proteção de Jornalistas (CPJ), 11 jornalistas foram mortos, este ano, no desempenho das suas funções. Entre eles figura Lasantha Wickrematunge, um proeminente jornalista do Sri Lanka assassinado em Janeiro, quando se dirigia ao seu local de trabalho. Apelo ao Governo do Sri Lanca para que assegure que os responsáveis pelo assassínio sejam encontrados e processados. A UNESCO homenageou Lasantha Wickrematunge, concedendo-lhe a título póstumo o Prémio Mundial da Liberdade de Imprensa 2009, que será entregue numa cerimónia, durante as comemorações do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em Doha. 
O CPJ também informou que, a 1 de Dezembro de 2008, se encontravam na prisão 125 jornalistas. Alguns estavam detidos há anos – alguns há mais de uma década. Três países – China, Cuba e Eritreia – representam metade desses casos. Solicito a todos os governos de países onde há jornalistas detidos que garantam que os seus direitos são respeitados, incluindo o direito de recurso e de defesa em relação às acusações que são formuladas contra eles.
O assassínio e a detenção são apenas as formas mais visíveis de silenciar os jornalistas. O medo apodera-se frequentemente dos jornalistas, que se autocensuram. Isto também é inaceitável; os jornalistas devem ter a possibilidade de exercer as suas funções sem serem alvo de intimidação e assédio.
Estou igualmente preocupado com o facto de alguns governos estarem a impedir o acesso à Internet bem como o trabalho de jornalistas assente na utilização desta e de outros que utilizam os “novos meio de comunicação social”. Naturalmente, o uso de blogues tem crescido em países onde as restrições impostas aos meios de comunicação social são mais severas. Atualmente, segundo o CPJ, cerca de 45% dos  trabalhadores dos meios de comunicação social do mundo que já foram detidos são bloguistas. Peço a todos os governos que respeitem os direitos destes cidadãos, que podem carecer de meios legais ou conhecimentos políticos que os ajudem a obter a sua liberdade.
A celebração anual do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é, também, uma oportunidade para refletirmos sobre o importante papel dos órgãos de comunicação social na cobertura dos problemas mundiais. Este ano centra-se no potencial destes órgãos no domínio da promoção do diálogo, da reconciliação e da compreensão mútua. De facto, a imprensa desempenha um papel fundamental na rejeição de posições enraizadas sobre questões religiosas e políticas e outras diferenças entre as pessoas. Os órgãos de comunicação social podem também dar voz às minorias e aos grupos marginalizados, alargando e reformulando o debate no seio de uma comunidade ou entre comunidades. Nas sociedades que se esforçam por se reconstruir após um conflito,  a existência de órgãos noticiosos livres e responsáveis é essencial para a boa governação e para fomentar a confiança entre os líderes e o público. Os governos que restringem a liberdade de expressão e de imprensa estão a agir contra os seus interesses e os da sociedade a que pertencem.
No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, presto tributo a todos aqueles que trabalham em condições difíceis para assegurar que o resto do mundo possa aceder a uma informação livre e imparcial. Renovemos a nossa determinação em proteger a sua liberdade e segurança e proclamemos novamente o nosso compromisso com os meios de comunicação social livres e independentes, como agentes essenciais de defesa dos direitos humanos, do desenvolvimento e da paz.  
(Fonte: Comunicado de imprensa, SG/SM12214, de 1/05/2009)

Cada vez mais precisamos de informação da nossa realidade, das nossas mazelas, para não nos tornarmos solidários e indignados apenas com o que acontece além de nossos muros.

Abraji condena agressões a jornalistas em São Paulo e São Bernardo 
 
Nesta sexta-feira (4.mar.2016), pelo menos oito jornalistas foram agredidos ou hostilizados por manifestantes enquanto cobriam a 24ª fase da operação Lava Jato da Polícia Federal.
Juliano Dip, da TV Bandeirantes, e o cinegrafista que o acompanhava foram empurrados em frente ao prédio em que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva mora, em São Bernardo do Campo (SP). A câmera do profissional foi quebrada e a equipe saiu escoltada pela Polícia Militar. No mesmo local, a repórter da TV Globo Bruna Vieira foi agredida verbalmente.
Na capital paulista, Renato Biazzi e David Irikura (TV Globo) foram empurrados no aeroporto de Congonhas, onde Lula prestou depoimento pela manhã.
Na sede do PT, região central da cidade, o carro em que estava a equipe do repórter André Azeredo (TV Globo) foi recebido a chutes e Mayara Teixeira, do Globo Repórter, teve a câmera arrancada das mãos e quebrada. O motolink Tiago Guerreiro, também da Globo, foi impedido por militantes de entrar para acompanhar a declaração de Lula sobre a operação.
A Abraji repudia as agressões de manifestantes contra os jornalistas e exige que os responsáveis sejam identificados e punidos. Profissionais da imprensa nas ruas cumprem o dever de informar a sociedade e devem ser respeitados. Agredi-los e dificultar este trabalho são formas de agir contra a democracia.
Diretoria da Abraji, 4 de março de 2016. 


SAIBA MAIS:

sexta-feira, 4 de março de 2016

Há muito para se pensar. Há muito por se fazer. A comunicação é a grande ferramenta para a construção de um mundo melhor.


BERTONHA, J. F. Cidadania, nacionalidade e identidade num mundo de migração internacional. Revista Espaço Acadêmico, Maringá/PR, n.66, nov.2006. Disponível em: <http://www.espacoacademico.com.br/066/66bertonha.htm>. Acesso em: 23 ago. 2015.

        O texto Cidadania, nacionalidade e identidade num mundo de migração internacional., do Prof. Dr. João Fábio Bertonha, tem como objetivo discutir as crescentes migrações internacionais sob a ótica dos Estados e sociedades que se questionam sobre os efeitos desses movimentos para a coesão social e para o próprio conceito de cidadania e pertencimento social.
O autor cita como exemplos: os Estados Unidos em relação aos latinos, a Europa em relação aos islâmicos, a Itália e a Holanda que estabelecem critérios de avaliação, como a proficiência na língua, para os candidatos à imigração. Trata-se de mostrar que a imigração atual é diferente da que ocorreu em séculos passados e hoje, parece estar associada à chamada transnacionalidade, ou seja, algo que permite às pessoas mudarem de um país para outro sem necessariamente aderir a uma nova cultura e realidade.
Mas apesar disso, o autor destaca que o fato dos novos imigrantes serem mais diversos do ponto de vista da cultura e da língua do que os antigos, isso fomenta o potencial de conflitos e tensões dentro das sociedades. Há racismo e intolerância de ambos os lados.
Segundo Bertonha,
 “Tudo seria mais fácil se os países de imigração aceitassem o fato de que os imigrantes não são como eles e que a chegada do “diferente” apenas enriquece a cultura e a economia locais. Tolerância e esforço de inclusão são as palavras chave nesse mundo de deslocamento populacional maciço”.
            O autor também destaca a questão da cidadania em relação à imigração. Alguém que nasce em um país, mas cresce e se desenvolve em outro, como fica a sua cidadania, além das questões jurídicas? Qual a identidade referencia esse indivíduo? A reflexão recai sobre a dupla cidadania, o senso de pertencimento, a identificação, a vivência e a participação política e social. 
            Portanto, esta é uma questão complexa que reflete os problemas de um mundo em movimento, no qual pessoas com múltiplas identidades coexistem e manifestam demandas e questionamentos aos Estados de modo contínuo e mutante.
Por Alessandra L. Rocha - Set. 2015

quarta-feira, 2 de março de 2016

“Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. Mas poucas se lembram disso”. Antoine de Saint-Exupéry – O PEQUENO PRÍNCIPE


Não, eles não eram o ‘fino da MPB’; mas, nem tinham tal pretensão.

Eram apenas músicos. Jovens. Irreverentes. Com uma comunicação repleta de alegria contagiante, cujo compromisso era apenas fazer rir. E conseguiram.

De repente, o país descobriu que não era genuinamente feliz. Precisávamos de um estímulo, de uma razão para soltar a gargalhada e voltar a ser criança.

Os 5 rapazes de Guarulhos, ou como ficaram nacionalmente conhecidos “Mamonas Assassinas”, foram breves, mas inesquecíveis.

Então, para dias ruins, clima pesado, falta de entusiasmo ou coisa que o valha, relembre:


E um sopro de bom humor vai varrer de novo o ambiente.  

Quando a comunicação guia seus passos você acaba refém do sistema. Já pensou sobre isso?!