quinta-feira, 28 de abril de 2016

CINEMA FRANCÊS NA UFU - sábado 30 de abril 17h


Acontecerá no próximo sábado, dia 30 de abril, às 17h00 no Anfiteatro do bloco 3  Q  no Campus Santa  Mônica, a apresentação do filme:

"Qu'est-ce qu'on a  fait au bon Dieu?"

É uma ótima comédia.

O áudio é em francês e a legenda é em português.

A entrada é franca.

Haverá emissão de certificados.

Depois da apresentação do filme haverá comentário e debate sobre o filme.

Fonte: Profa.  Benice Naves Resende / COCLE (cocle@ileel.ufu.br)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Coisas de Dom Quixote? Não. Ideias que o tempo não conseguirá apagar!



Miguel de Cervantes – o marco da modernidade literária na Europa!



 Diálogos: 400 anos da morte de Cervantes - UnBTV /
Convidados falam sobre os 400 anos do falecimento de Miguel de Cervantes, expoente da cultura mundial.
Miguel de Cervantes

O mais célebre dos escritores espanhóis; autor do imortal D. Quixote de la Mancha. Nasceu em Alcalá de Henares (perto de Madrid) no dia 29 de setembro de 1547 e foi soldado antes de se tornar escritor. Tendo tomado parte na batalha de Lepanto (1571), onde perdeu o uso da mão esquerda, caiu, quando regressava à Espanha, em poder de piratas, que o retiveram por cinco anos. Alguns anos após ter retornado ao seu país, Cervantes passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. Em 1584, escreveu a pastoral em verso Galatéia. Depois, conseguiu manter em cena cerca de vinte peças teatrais, entre elas A vida em Argel e Numancia. Em 1605, publicou a primeira parte de D. Quixote, do qual em pouco tempo foram vendidos trinta mil exemplares. Contudo, o autor só viria a concluir esta obra dez anos mais tarde. Cervantes deixou ainda, entre outros trabalhos, as Novelas exemplares (1612), uma coleção de contos que por si só já lhe daria direito a ocupar lugar de destaque nas letras; Viagem ao Parnaso (1614), revista dos poetas do tempo; Persiles e Sigismunda (1617), romance cheio de excentricidades, e diversas comédias, entre as quais se destacam O labirinto de amor, O valente espanhol e O juiz dos divórcios.


Saiba mais em












domingo, 17 de abril de 2016

Amor e Sexo se Casam? - O Desejo na psicanálise




A interdependência absoluta entre amor e sexo é uma das idealizações da cultura clássica e romântica. Essa união ilustra o desejo artificial presente, por exemplo, nos discursos religiosos (“até que a morte nos separe”) e naqueles que postulam o vínculo pleno do humano com a alteridade (“felizes para sempre”). Para a psicanálise, no entanto, o amor e o sexo são expressões de encontros faltosos, dadas suas condições constituintes. O curso almeja definir, na medida do possível, amor e sexo, fundamentando-os em termos nem sempre equivalentes. Para isso, demonstrará que seus objetos se instauram em terrenos inusitadamente distintos.

Informações

Início: 20/04/2016

Duração: 5 encontros

Dias: Quartas-Feiras

Horário: das 20h às 22h

Valor: 4x de R$212,50

A Independência do Eu - A psicanálise atual do individualismo e das relações




O curso faz uma análise da radicalização do individualismo moderno que hoje se exerce cada vez mais e ganha inclusive outras nomeações. Qual o significado dos frágeis laços nas relações? Estar só é sinônimo de solidão? Sobretudo a partir do século 21, seria esse o futuro de um possível desenho da subjetividade? Trata-se de uma nova forma de vida e de relação? E como ela se agenciaria entre todos: fala-se aqui de uma condição inescapável ou de um estado temporário? É possível definir este que é um dos principais embates contemporâneos com as afirmações de Paul Valéry e Jean-Paul Sartre. "Um homem só está em má companhia" e "O inferno são os outros" demonstram a riqueza do contato com o outro e, por outro lado, as dificuldades da convivência com o semelhante, o outro, que por vezes beira o abismo.

Informações

Início: 19/04/2016

Duração: 4 encontros

Dias: Terças-Feiras

Horário: das 17h às 19h

Valor: 4x de R$170,00

Lições da 7ª Arte. Palavras para tocar a mente e o coração!


terça-feira, 12 de abril de 2016

De olho no Céu, nas Estrelas... O que será que nos diz o Astral?





Escola e Sociedade - os grandes responsáveis pelo diálogo da transformação.

Realidades e perspectivas: a Educação da sociedade ou a sociedade da Educação?
 
Por Alessandra Leles Rocha
 
Nem sempre a manifestação negativa sobre determinado assunto é uma atribuição gratuita. Quando se bate na mesma tecla diversas vezes é sinal que algo está realmente em desalinho, distante da conformidade esperada, destoando dos ideais e expectativas.
Esse é o caso da Educação no Brasil! Não é que existam somente problemas a se considerar; mas, o volume desses é tão assustador que acaba por camuflar ou esconder os casos de sucesso existentes. De modo bastante pontual e disseminado a ação inovadora e transformadora se aflora, vez por outra, nos caminhos do ensinar e aprender.
A questão é que Educação é coisa séria, é ponto de partida para qualquer sociedade munida de sonhos e projetos de desenvolvimento. Nenhum indivíduo chega ao status de cidadão por honra tão somente dos seus direitos humanos. Para ser cidadão a escola da vida e a escola instituição precisam caminhar de mãos dadas, apoiando e satisfazendo as demandas socioculturais daquele ser. Em um processo de compartilhamento e comunhão de saberes se alcança a maturidade cidadã de um país, o que o eleva a condição de nação.
Tanto é verdade que pouco mais de um quarto de século já se passou, desde a promulgação da Carta Magna de 1988, na qual o Estado Brasileiro manifestou claramente em seu art. 205 que “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, e em seu art. 206 que “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; V – valorização dos profissionais do ensino, garantindo, na forma da lei, planos de carreira para o magistério público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos assegurando regime jurídico único para todas as instituições mantidas pela União; VI – gestão democrática do ensino público, na forma da lei; VII – garantia do padrão de qualidade”; contudo, ainda não se conseguiu enxergar o óbvio dessas palavras!
Desde a sua colonização, o Brasil não faz senão ‘arrastar pesadas correntes’ no que diz respeito à sua própria identidade. Só de Independência são cento e noventa e três anos, de República cento e vinte e sete; mas, no pensamento o país ainda permanece ligado aos laços coloniais. Sim! Nossos modelos sociais permanecem baseados na importação do ideário europeu; portanto, nossa Educação não caminha a serviço das demandas de nossa sociedade e seus respectivos interesses.
O desinteresse escolar por parte dos alunos, por exemplo, se prende a diversas variáveis, sendo que algumas delas evidenciam bem essa dissociação sócio temporal. Os modelos curriculares, infelizmente, ainda acompanham os princípios europeus do século XIX e impõe aos alunos uma vasta obrigação de conteúdos, sem dar-lhes a oportunidade de vivenciar o aprendizado e esmiuçar as próprias dúvidas e interesses. A discrepância com a realidade do aluno é tamanha, que alguns assuntos vistos aqui no ensino médio, em países desenvolvidos encontram-se na grade de graduação e até pós-graduação. Não é à toa que se ouve dos alunos a recorrente pergunta: “por que eu tenho que aprender isso?”.
No intuito de ‘enxugar’ o volume de informações, ao contrário de repensar os currículos, muitas escolas optaram pelo ‘apostilamento’ em substituição aos livros didáticos. Resumos. Aprender na ótica de resumos, sob a luz do que outros consideram relevantes. Formatar o aprendizado ao que está contido naqueles resumos. De repente, nada mais parece fazer sentido ao aluno e ele encontra mais um bom motivo para perder o interesse naturalmente.
Da formatação das informações à formatação da Educação, em geral. Tudo está formatado! Duzentos dias letivos e o programa de determinada série tem que caber em um número ‘x’ de aulas, com duração de ‘y’ minutos, com ‘z’ avaliações, enfim... Não há espaços para verdadeiramente ensinar e aprender. Como alunos e professores vão interagir, questionar, aprofundar nesse processo? Tecnologia?! Têm sua contribuição; mas, o que adianta uma ferramenta se não se sabe extrair dela o melhor?!
Assim como, para construir uma casa se depende de vários elementos (ou ferramentas), para a Educação é a mesma coisa! Não bastam só bons professores, bons alunos, bons livros, boa tecnologia, bons... bons...  Uma semente é tão somente isso se não houver quem a deposite no solo e promova as condições ideais para que ela se desenvolva. Ao mesmo tempo em que o modelo educacional aplicado no Brasil ‘formatou’ a Educação, ele construiu uma formatação compartimentalizada, na qual os elementos não se relacionam satisfatoriamente; há um ‘engessamento’ na estrutura, impedindo que a Educação rompa as barreiras do tempo e se modernize frente aos anseios individuais e coletivos da sociedade.
Isso fica cada vez mais evidente, quando surge um novo episodio de carência profissional no país. Não só do ponto de vista da habilidade de conhecimento especifico exigida; mas, da fragilidade das competências cognitivas e culturais básicas necessárias para quaisquer pretensos candidatos, ou seja, domínio da leitura e interpretação de textos, das operações matemáticas cotidianas, das atualidades histórico-geográficas, do uso da tecnologia e de alguma língua estrangeira. Nossos alunos encontram dificuldade de compreender, de argumentar, de se manifestar intelectualmente!
E como resolver a ‘toque de caixa’ essa situação não é possível, o país se rende à ‘importação’ de mão de obra estrangeira para suprir as necessidades. Paralelamente a esse processo, envia parte de seus cidadãos com melhores resultados e conhecimentos para aprimoramento educacional no exterior, na expectativa de que retornem supridos de mais conhecimento para oferecer ao país. Quanto à educação básica, esta não assinala sofrer o impacto de grandes avanços ou investimentos para que no futuro possa colaborar com pessoas aptas a assimilar as ‘novidades’ trazidas por seus patrícios, de além-mar. É como se o ciclo educacional brasileiro nunca conseguisse fechar positivamente as suas metas! A presença de uma invisível e conflitante linha divisória insiste em ‘assombrar’ a Educação.
De um jeito ou de outro, a sociedade brasileira tem feito com que a Educação seja mais e mais desconsiderada como fundamento principal de cidadania, ao fomentar uma legião de pessoas incapazes de compreender os riscos que a ignorância, a falta da Educação trazem. Entre os que podem estudar e não querem e aqueles que querem, mas não podem (por razões diversas), a carência de estudo e de conhecimento os coloca diante de terem que aceitar o que lhes for apresentado, submissos aos ditames de terceiros, escravos da sociedade por não terem argumentos para pensar por si só. É o que disse Henry Peter Broughman, que foi chanceler da Grã-Bretanha no século XIX, ao descrever de forma perfeita como a Educação pode favorecer tanto a vida pessoal e a organizacional do indivíduo: “A Educação faz um povo fácil de ser liderado, mas difícil de ser dirigido; fácil de ser governado, mas impossível de ser escravizado”.
Portanto, as infinitas formas de escravização social acontecem independente da cor, da religião, do status, do gênero; é apenas uma questão de pura desumanidade, de ‘invisibilizar’ o ser humano de carne e osso, de não gostar de gente. Basta que os ventos soprem ao contrário dos interesses de alguns, que os desvarios rufem seus tambores, que a maldade chicoteie o ar, para que pessoas percam seu direito de existir, de pensar, de sonhar; enfim, de estudar.
Daí a importância da colocação de Viviane Mosé 1, no Café Filosófico - Os Desafios da Educação Brasileira: Em direção a uma Educação viva e contemporânea: não há como dissociar a questão educacional da cidadania, sobretudo, em relação ao olhar sobre a cidade como um todo, a sua vocação produtiva e que consequências esse tipo de economia traz para a população. Afinal de contas, isso envolve o tipo de cidadãos que se pretende formar. É fundamental saber “onde estamos” e “para onde vamos” para tornar possível transformar as expectativas em ações concretas.
Mas, além disso, é preciso que haja concordância entre os diversos segmentos do poder social, no sentido da manifestação de seus interesses em um proposito comum.  Daí a importância de se criar conexões, estruturas de articulação, com habilidade de flexibilizar a diversidade de pensamentos e, também, de interesses, para que a força advinda desse movimento construa lideranças positivas e capazes de alavancar o desenvolvimento da sociedade, especialmente, em termos de Educação. Ao contrário, de um processo de anulação dos vetores, em cada um emite força em uma direção e no final não se chega a lugar nenhum.
Tarefa difícil? Certamente. Romper tantos paradigmas tão incrustrados na sociedade não é tarefa para poucos e nem para curto prazo. Porém, mesmo que à revelia das motivações individuais, as conjunturas sociais às vezes promovem metamorfoses bem mais eficientes; pois, quando se chega ao fundo do poço do insustentável não há outra via se não mudar radicalmente. É nesses momentos que os interesses individuais se esvaem em nome do coletivo, do que seja verdadeiramente capaz de garantir à sobrevivência do todo; então, a mesa de negociações se torna um lugar menos hostil e fechado, com espaço ao diálogo, à manifestação das ideias. Entre realidades e perspectivas sobre a Educação da sociedade ou a sociedade da Educação, talvez, a solução seja mesmo o bom senso na garantia do equilíbrio dessas duas vertentes.  


1 Poetisa, filósofa, psicóloga, psicanalista e especialista em elaboração e implementação de políticas públicas.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

A linguagem da Arte e sua importância na vida humana.


A História em Ícones: o Mundo Moderno

De Alhambra ao barroco de Bernini



A partir das histórias de um palácio cravejado de arabescos, um estudo sobre a geometria do corpo humano, um emblema que descreve a relação entre povo e Estado e uma cenográfica sucessão de colunas, os encontros apresentam a trajetória da idade moderna rumo ao mundo tal como é conhecido hoje. No mundo da cultura, certos artefatos personificam momentos cruciais da civilização. Ao se confundirem com as circunstâncias que contam e que mantêm vivas, proporcionam uma visão privilegiada sobre a história. Mais que obras-de-arte, são imagens-símbolo – os “ícones” – de uma época.

Início: 07/04/2016

Duração: 4 encontros

Dias: Quintas-Feiras

Horário: das 20h às 22h

Valor: 4x de R$170,00

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Não há comunicação sem intenção. Pense nisso!!!


O Mundo e as Pimentas 

Por Alessandra Leles Rocha 

Diz o provérbio que “Pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Sabe que ele tem razão! É, em plena pós-modernidade, cada dia mais as pessoas se abstêm de se colocarem no lugar do outro, de buscarem compreender as mazelas e os desencantos que fazem sofrer os passantes. Que resolvam sozinhos, que engulam o choro, que façam cara de paisagem,... mas, que não tragam à minha porta o seu quinhão de infelicidade. Infelizmente, tem sido assim!

O que esse ‘poço de insensibilidade humana’ se esquece é de que em muitas dessas circunstâncias, ele teve participação de destaque. Sim, foi ele direta ou indiretamente que fez da vida do outro um verdadeiro inferno. Seja por atos ou omissões, a verdade é que ele só fez bagunçar os caminhos alheios e torna-los tão difíceis, que se chega a crer na impossibilidade de reverter os resultados. Afinal, a vida não oferece grandes oportunidades de passar a escrita a limpo; já que, o tempo é inexorável. Desse modo, como não há texto sem intenção, aqui e ali eles vão deixando nossos olhos rubros e ardidos por tantas pimentas.  

O pior de tudo não é os olhos ficarem assim; o pior é o queimar da alma. Nossos sutis, quase imperceptíveis, algozes não têm por hábito admitirem suas intenções. Manobrando com habilidade a língua ferina, eles escamoteiam suas verdadeiras intenções, ao ponto de que outras pessoas de fato não percebam o endereçamento de suas flechas pontiagudas. Por essa razão é que as pimentas começam a fazer efeito. Olha, e nem com todo banho de lágrimas ou água de arruda se consegue estancar essa dor; é como se as janelas da alma precisassem ficar abertas para que algum dia o mais profundo do nosso ser seja capaz de cicatrizar.

Também não podemos desconsiderar o fato de que são as pessoas mais próximas, as que causam mais impacto nesse tipo de comportamento. Por acreditarmos que a proximidade cotidiana gera a cumplicidade, a intimidade entre os seres humanos, é que nos vemos quase sem chão, quando descobrimos que elas não nos conhecem em profundidade. Assim como o restante do mundo, elas nos enxergam apenas sob um prisma superficial e limitado aos seus próprios interesses. Olham de cima do muro e fazem suas leituras dos outros, como se tivessem um manual perfeito para tal.

Não é à toa que passamos a ser enaltecidos por nossos defeitos, nossas imperfeições humanas; como se isso bastasse para explicar ou justificar o que acontece de ruim  ou de inconsistente em nosso dia a dia. Todas as demais incógnitas, conjunturas, interferências desse mundo social que habitamos são sumariamente descartadas. Somos cem por cento ‘culpados’ por cada gota de pimenta que arde em nossos olhos e ponto final. Mas, ai de quem contestar essas pessoas. Elas viram ‘bicho’.  Perdem a compostura e destilam ainda mais a sua ‘superioridade’ diante dos demais. Posam de vítima, reafirmando seu altruísmo e sua benevolência em relação aos outros.

É minha gente; mas, tudo isso é cansativo demais! Todo mundo tem suas próprias correntes para arrastar, o que em hipótese alguma dá direito de ranquear as dores uns dos outros em mais ou menos importante; sobretudo, quando se tem uma parcela de ‘pimenta’ considerável na história do semelhante.  Chega de bradar aos quatro cantos que só abre a boca com ‘boas intenções’; porque, como dizem por aí, ‘o Inferno anda cheio’! O que a humanidade precisa é de olhos sãos, para enxergar o ser humano além do visível. Como esperar mais fraternidade, mais amor, mais caridade se os olhos não levam à alma o que é realmente essencial? É preciso reavaliar as intenções, recuperar a visão para poder estabelecer uma comunicação mais verdadeira.

Então, abramos os nossos olhos do corpo, da alma, e reflitamos sobre essas duas afirmações do escritor José Saramago, em seu livro Ensaio sobre a Cegueira: “É necessário sair da ilha para ver a ilha, não nos vemos se não saímos de nós”. “[...] se antes de cada ato nosso nós puséssemos a prever todas as consequências dele a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. Os bons e os maus resultados dos nossos ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma forma bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprová-lo, para congratular-nos ou pedir perdão, aliás, há quem diga que isso é que é a imortalidade de que tanto se fala”

domingo, 3 de abril de 2016

Quem disse que o corpo não fala? Basta um pouquinho de atenção, de carinho, de cuidado.



O evento consiste em atividades voltadas à prática de atividade física e a conscientização da população sobre os benefícios de uma vida ativa e saudável. A caminhada será de 2km com largada junto ao quiosque localizado dentro do parque próximo à portaria principal (entrada Bairro Tibery),

Antes do início do percurso, haverá um aquecimento - alongamento e divulgação do stand sobre orientações relacionadas à prática de atividade física com exposição de banner's. 

Algumas das informações serão: vestimenta adequada para a prática de atividades físicas, hidratação, horário adequado para a prática, obtendo assim melhores resultados e maior qualidade de vida. O local dessas orientações será próximo a tenda do Hospital Santa Clara, localizada cerca da represa e da portaria principal.

Haverá SORTEIO DE BRINDES (Camisetas e squeezes).

O evento que solicitamos divulgação faz parte da programação de comemoração desses 10 anos de existência do Grupo PET Educa.

O Grupo PET - Programa de Educação Tutorial - MEC - tem por função proporcionar uma formação ampliada dos acadêmicos nas grandes dimensões que compõem a formação acadêmica - ensino, pesquisa e extensão. 

O PET Educação Física foi criado pela profa. Dra. Geni de Araújo Costa e, neste ano, comemora-se 10 anos de existência. Para tal muitas atividades foram organizadas ao longo de todo o ano para dar a notoriedade que essa conquista merece.

Fonte: Prof.ª Titular Dra. Geni de Araújo Costa / Universidade Federal de Uberlândia - Programa Vida Ativa - Rádio Universitária / Avaliadora INEP/MEC

Lapidando a comunicação!!!