sexta-feira, 21 de outubro de 2016

VII SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E VI ENCONTRO DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO ESCOLAR


A Universidade Federal de Uberlândia por meio do Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial - CEPAE tem o prazer de convidar todos os estudantes, profissionais e demais interessados na temática da Educação Especial e Inclusão Escolar para participarem do VII Seminário Nacional de Educação Especial (VII SENACE )e VI Encontro de Pesquisadores em Educação Especial e Inclusão Escolar (VI ENPEIE ) que acontecerão entre os dias 08 e 11 de novembro de 2016.



Esse Seminário tem como objetivo proporcionar um espaço de reflexão sobre a educação inclusiva na atualidade, buscando práticas educativas e pedagógicas que contribuam com o cotidiano dos profissionais de instituições públicas e/ou filantrópicas atuantes na educação.



Na programação estão previstos mesas-redondas, minicursos e sessões de apresentação de trabalhos.



Venha participar conosco.

Orquestra Experimental Uberlândia - Sábado 22/10 - Teatro Rondon Pacheco


Parada do Orgulho LGBT Uberlândia - Domingo 23/10


15ª Parada LGBT vai exigir respeito às identidades Trans-LGBT. 

A Associação Homossexual de Ajuda Mútua - Shama e o Núcleo de Diversidade Sexual da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social-NUDS/PMU, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e a Universidade Federal de Uberlândia realizam, no próximo dia 23 de outubro a 15ª Parada do Orgulho LGBT de Uberlândia. Como parte da programação, o evento promove uma série de palestras até o dia 22/10, duas na UFU e uma na Faculdade Pitágoras – veja programação, para debater temas ligados à vivência da comunidade. 
O tema da parada este ano é ¨Respeite as identidades Trans: LGBTfobia mata todo dia”, numa referência aos altos índices de violência vivida pelo segmento no Brasil: Estudos de instituições de direitos humanos denunciam que um travesti\transexual é violentado ou morto no País a cada duas horas. Instituída no calendário municipal de eventos por lei específica, a parada combina denúncias sociais com apresentações artístico-culturais na forma de shows, performances, dança e música animadas por trios elétricos e artistas convidadas, desta vez trazendo Priscilla Drag, de Campinas/SP, MC Glendha e Santora Ferraço. A concentração será na Praça Clarimundo Carneiro, a partir das 15 horas, depois do que os participantes saem em caminhada pela Avenida Floriano Peixoto até a Praça Sérgio Pacheco.Durante o evento também serão distribuídos preservativos e materiais educativos sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis/HIV/AIDS. 

Ciclo de Cine argentino: Ciclo Eliseo Subiela exibe "El lado oscuro del corazón 2" [2001]


Seminário Política Cultural para a UFU


5ª edição do Mudante reúne mais de 50 artistas no palco do Teatro Municipal


Cia jovem Bolshoi Brasil encerrará o espetáculo

A 5ª edição do Mudante desse ano virá repleta de beleza e movimento. Todas as performances permeiam o tema “Viver é um Espetáculo” que incita o público a refletir sobre o papel que cada um desempenha na vida e de como estão utilizando seus recursos internos para vencer as adversidades e lutar pelos seus sonhos. Para dar vida ao espetáculo, mais de 50 profissionais, entre eles direção artística, técnicos de som e luz, figurinistas, coreógrafos, se mobilizam, cada um em sua atividade para apresentar ao público um espetáculo encantador e de muito gabarito que será realizado dias 22 e 23 de outubro, no Teatro Municipal. O palco receberá o evento às 20h, no sábado e no domingo.
Alguns artistas como o bailarino Leandro Theodoro e Camila Leles e a diretora artística da academia, Cristiane Cabral, proprietária do Stúdio 22 participaram em outras edições do Mudante. “A novidade desse ano é a participação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil de Joinville. Esta escola é a única instituição de dança credenciada pela tradicional escola russa que já formou mais de 200 bailarinos. Dois bailarinos da Cia. Jovem Bolshoi Brasil, Kamila Abreu e Pedro Frizon, farão uma participação especial no encerramento do Mudante com a apresentação  do Pas de Deux de Don Quixote”, afirma a diretora da Viva Marketing,  diretora artística do espetáculo, Antonia Nunnes.
A música está o tempo todo no espetáculo. Os bailarinos dançam ao som de músicos que cantam ao vivo o repertório de musicais consagrados como: Cats, Les Miserables, Fantasma da Ópera e Frozen. Na música estão o violoncelista Thiago Wolf, os talentosos cantores tenor Davi Faris , a soprano Rosiane Vasconcelos e o coro Vox Hominis. No teatro, o Mudante também receberá pela primeira vez o ator Mário Cortêz que fará o papel de um poeta que por sua sensibilidade enxerga a beleza, o potencial e o que está “oculto” na vida humana. Todos formam um elenco coeso que juntos com o brilhantismo da Cia Bolshoi Brasil prometem surpreender o público com um espetáculo inusitado, dinâmico e emocionante.
“O ano passado o Mudante recebeu cerca de 2 mil pessoas e temos certeza que nessa edição não será diferente. Da temática à qualidade artística do espetáculo, tudo está sendo preparado com muito carinho para apresentar arte e cultura de excelência para que for assistir”, afirma a produtora do espetáculo, Carolina Miranda.

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Júlio Araújo e Vilson Leffa[orgs.]

As redes sociais têm profundo impacto na realidade e, por isso, temos um bom motivo para estudá-las. As reflexões e investigações feitas nos capítulos desse livro trazem três contribuições importantes para a área dos estudos da linguagem: explicar as redes sociais; mostrar como elas refletem a sociedade de onde saíram e descrever  as  mudanças  que  elas  podem  introduzir  nessa  
mesma sociedade.
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sábado, 15 de outubro de 2016

15 de Outubro - Reflexões sobre a Docência


Cadernos... Livros... Outubros...

Por Alessandra Leles Rocha


Aquilo que está escrito no coração não necessita de agendas, porque a gente não esquece. O que a memória ama fica eterno.
Rubem Alves


Concordo plenamente com Rubem Alves. Na vida, quando precisamos de uma data especial no calendário, ou de um bilhete na agenda, para nos darmos conta da importância disso ou daquilo, é sinal que algo não está nada bom.
Foi por isso que escolhi o educador Rubem Alves para iniciar a minha reflexão sobre o Dia do Professor. Para despertar em cada leitor a consciência sobre a ‘inconsciência’ negligente que temos dedicado a esse profissional.
Quando olhamos para o mundo e nos deparamos com a sua dinâmica de obrigações e de afazeres, certamente vamos manifestando uma percepção clara sobre o que seríamos capazes de realizar e o que não seríamos; movidos por uma série de argumentos práticos e teóricos presentes em nossa identidade social.
De fato, ninguém é capaz de jogar nas onze, de ser um sucesso de polivalência no mundo. E é por essa razão, que vez por outra damos o braço a torcer e reconhecemos a nossa carência de habilidade, de competência e até, certa, vontade para fazer o que outros tantos fazem.
No entanto, quando chega à vez de se imaginar professor, cada vez mais as pessoas refutam de imediato a ideia. Com olhares de desprezo e muitos ‘Deus, me livre!’ dispensados sem nenhum pudor ou remorso, é assim que o exercício da docência se transforma em blasfêmia nos dias de hoje.
E antes de lançar a culpa sobre os ombros do Sistema, façamos nossa mea culpa. Sim, cada cidadão brasileiro tem seu quinhão de responsabilidade sobre o esfacelamento da Educação brasileira e, consequentemente, da profissão docente. O fato de pagarmos impostos que originam recursos para investimento na máquina educacional, infelizmente, não é o bastante e nossa responsabilidade não é nem de longe aplacada.
Vejamos, por exemplo, que o mesmo se faz em relação à saúde, à segurança, ao transporte; mas, quando nos deparamos com os descaminhos pelos quais eles transitam, a grande maioria da população manifesta-se em ‘prosa e verso’, valendo-se de todas as mídias de repercussão nacional e internacional. Ninguém espera pelo Dia da Saúde, ou da Segurança, ou do Transporte para dar publicidade e, porque não dizer visibilidade, à sua indignação. Mas, quando o assunto é a Educação...
Embora tenhamos plena consciência de que para ser professor nesse país, o docente precisa ter curso superior, e até pós-graduação em alguns casos, não nos causa estranheza e nem tampouco constrangimento, o fato dele receber um salário médio que equivale a 54,5% do que recebem outros profissionais também com curso superior. Por essa razão, não é difícil imaginar que ele precise duplicar, ou até triplicar, a jornada de trabalho para receber um salário suficiente para a sua sobrevivência e, em muitos casos, a de sua família.
Quem de nós, então, se preocupa com a qualidade de vida do professor? Ao contrário disso, não carecem comentários sobre a impaciência, o destempero, o despreparo etc.etc.etc. desse profissional. Como se suas condições de trabalho fossem plenamente satisfatórias e ele não passasse de um insatisfeito com a vida, um frustrado sem razão de ser, um desocupado que adora fazer greve para ficar sem trabalhar.
Então, eu pergunto a você: sem condições dignas, sem salário justo, você sentiria prazer em sair de casa para trabalhar? Você enxergaria razões para continuar labutando diante de tantas mazelas na sua profissão? Nessas horas, antes de emitir alguma opinião, reflita e se coloque na posição do professor. Além do pó de giz, quantos saem de casa cedo, enfrentam trânsito, violência e toda sorte de desgastes para exercer a docência, enquanto se esquecem de si mesmos, de seus sonhos, de suas necessidades, de suas famílias...
Infelizmente, nosso olhar sobre o universo escolar não é dos melhores. Somos rasos, superficiais, imediatistas e inquisidores. Queremos a escola de portas abertas, funcionando, como mero ‘depósito’ de crianças e jovens, enquanto cumprimos nossa própria rotina laboral. Na maioria das vezes, muito mais preocupados se vai ter ou não merenda, do que propriamente se há professores ou não lecionando.
É, queremos o cumprimento do livro didático ao final do ano, a aprovação,... Mas, não nos atemos ao disparate de um currículo obsoleto e pouco atraente, a ausência de laboratórios para apresentar os conteúdos de uma maneira mais conectada a realidade do aluno, a existência de disciplinas que poderiam intermediar e facilitar a absorção de outras já oferecidas, enfim... Quantas vezes cobramos a aplicação de recursos para a Educação e não sabemos quando e de que forma eles irão ser aplicados; bem como, se de fato o atual modelo de gestão ficaria ou não melhor do que está? Nós, cidadãos brasileiros, nos abstemos de colocar as mãos na massa e nos posicionamos no conforto da crítica improdutiva, que na verdade não constrói nada.
Está aí uma boa parte da explicação para não enxergamos a existência do professor. Nós temos o invisibilizado, do modo mais cruel e perverso, como se ele fosse menos cidadão do que nós. Como se ele não merecesse respeito e nem dignidade na sua existência. Às vezes, até com a arrogância, de culpabilizá-lo de todas as demandas educacionais do país.
Então, sem essa, por favor, de que a docência é um ‘sacerdócio’; como se isso fosse o bastante para nos eximir de todas as injustiças, todas as carências, todos os absurdos, todo o nosso desrespeitoso silêncio em favor das reivindicações dos professores.  O que adianta nos lembrarmos do professor em um dia de outubro e nos esquecermos dele em todos os outros, em todos os anos? Pecamos por falta de ação; mas, sobretudo, por omissão. Não nos esqueçamos de que tudo passa pela Educação, pelo trabalho incessante e dedicado do professor.