sexta-feira, 25 de agosto de 2017

ONU realiza concurso universitário de fotografias sobre desenvolvimento sustentável, migração e refúgio

Estão abertas até 30 de agosto as inscrições para um concurso de fotografia da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e também sobre a aceitação de refugiados e migrantes. Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Japão (UNIC Tóquio) e pela Universidade de Sophia, a iniciativa é destinada a estudantes universitários — graduandos e pós-graduandos — ou de escolas técnicas e/ou profissionalizantes do mundo inteiro.
Estão abertas até 30 de agosto as inscrições para um concurso de fotografia da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e também sobre a aceitação de refugiados e migrantes. Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Japão (UNIC Tóquio) e pela Universidade de Sophia, a iniciativa é destinada a estudantes universitários — graduandos e pós-graduandos — ou de escolas técnicas e/ou profissionalizantes do mundo inteiro.
Participantes estão convidados a escolher um ou mais ODSs e expressar, por meio da fotografia, qual o significado que essas metas têm para eles. Em 2017, a brasileira Jhessica Almeida, de Quixadá, ficou em terceiro lugar na competição — que recebeu 624 inscrições de estudantes de de 47 países. A proposta do concurso é estimular universitários a apresentar a sua visão pessoal do que é o desenvolvimento sustentável.
SDGs Student Photo Contest 2017 (no original, em inglês) conta ainda com a cooperação da agência Getty Images. Dentro do concurso, serão acordadas quatro premiações diferentes — o Grande Prêmio do Ministério das Relações Exteriores do Japão, o Prêmio de Excelência, o Prêmio Especial de Conceito dos ODS e o Prêmio de Reconhecimento — para imagens sobre a Agenda 2030 da ONU.
A competição também fará uma seleção especial para laurear fotografias que abordem os desafios de refugiados e migrantes. Esse prêmio leva o nome da campanha das Nações UnidasTogether (Juntos, em tradução livre), criada para promover o respeito à diversidade trazida pelas pessoas que deixam seus países de origem e se estabelecem em outras nações. Saiba mais sobre a campanha clicando aqui.
Para se inscrever, clique aqui (em inglês).
Acesse o site oficial do concurso de fotografia clicando aqui.
Conheça as obras ganhadoras do concurso no ano passado. Clique aqui.

OSESP APRESENTA “TRISTÃO E ISOLDA: ATO II”

OSESP APRESENTA “TRISTÃO E ISOLDA: ATO II”
COM REGÊNCIA DE SIR RICHARD ARMSTRONG
30 DE AGOSTO A 3 DE SETEMBRO
Sir Richard Armstrong

Rachel Nicholls

Pelo sétimo ano consecutivo, o inglês Sir Richard Armstrong vem à São Paulo para reger a Osesp. O maestro já foi diretor musical da Ópera Nacional de Gales e da Ópera Escocesa, além de já ter sido nomeado regente do ano pela Royal Philarmonic Society (1997). Esteve no comando da Filarmônica de Londres e das Sinfônicas da BBC e de Melbourne. Nesta participação na Temporada Osesp, ele conduzirá o segundo ato da ópera ˜Tristão e Isolda˜, de Richard Wagner. Óperas não são comuns no repertório da Orquestra, dada a configuração do palco da Sala São Paulo. A apresentação será na versão orquestrada e com participação de cinco solistas vocais.

A obra retoma um antigo mito medieval sobre a história do amor proibido entre o cavaleiro Tristão e a princesa Isolda e é marcada pelas características típicas da literatura dos conflitos feudais da Bretanha da época. O compositor usa a técnica de Leitmotiv (*) para fazer com que os detalhes da história sejam integrados às nuances da música. Nas palavras do professor e filósofo Jorge de Almeida, “a música deixa de ser mero acompanhamento e passa a configurar uma narrativa própria, desnudando sentimentos e ideias dos quais nem mesmo as personagens estão conscientes”.

Os solos serão interpretados pelo tenor sueco Lars Cleveman, como Tristão – o cantor tem larga experiência na interpretação de alguns dos principais papéis da ópera romântica, e atuará nesta temporada nas óperas de Dublin, de Gothenburg, no Metropolitan, BBC Proms e em Weimar; a soprano Rachel Nicholls, como Isolda - que cantou recentemente o mesmo papel na Ópera de Roma, na Ópera de Stuttgart e no Théâtre des Champs-Elysées, em Paris, este ultimo sob a regência de Daniele Gatti; pelo baixo Peter Rose, como Mark; a mezzo soprano Katarina Karnéus, como Brangäne; e o barítono - integrante do Coro da Osesp - João Vitor Ladeira, como Melot.

Informações sobre o concerto:
30/8 (qua) e 1/9 (sex), às 21h; 3/9 (dom), às 16h00.
Ingressos: entre R$ 46 e R$ 213
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação em todas as atividades.

(*) O termo Leitmotiv, que em português pode ser traduzido como “motivo condutor”, consiste em um tema musical que se repete constantemente no decorrer de uma obra com o objetivo de associá-lo a um personagem, objeto ou ideia.
Apesar de nunca ter especificado tal termo, a técnica ficou conhecida através de Richard Wagner que a aplicou de forma sistemática em suas óperas. Posteriormente, o uso do leitmotiv também passou a fazer parte de outras linguagens, como o cinema e telenovelas.
Fonte: Portal da Agência Brasil de Notícias

  
SALA SÃO PAULO | SERVIÇO
Praça Júlio Prestes, 16
Bilheteria: (11) 3223-3966 (Sala São Paulo: 1484 lugares)
Recomendação etária: 7 anos
Ingresso Rápido: (11) 4003-1212; www.ingressorapido.com.br 
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Estacionamento: R$ 28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$ 16,00 (sábado e domingo de manhã) | 611 vagas, sendo 20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos.



Fonte: Alexandre Félix, Isabela Guasco e Diego Santana

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pitadas de Literatura...








MBA UFU FAGEN - #Ainda dá tempo


#Ainda dá tempo

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#UFU
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As INSCRIÇÕES para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA) da Universidade Federal de Uberlândia estarão ABERTAS até o dia18/08/2017 (AMANHÃ) !!!

INFORMAÇÕES sobre os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA):

       PÚBLICO:  É Graduado ou já TEM Pós-Graduação (MBA)porém deseja conhecimento noutra área ?
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MBA - Gestão Pública ( EaD )
MBA - Marketing
PÓS - MBA - Executivo
SAVE THE DATE :  18 / 08 / 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

"A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio". Martin Luther King Jr.


Assista a  propaganda antifascista dos EUA dos anos 1940 que viralizou após confrontos em Charlottesville, em  https://www.youtube.com/watch?v=CUrw2Lkd97M.
Na verdade, trata-se de uma boa representação do que diz a fábula A RATOEIRA.
A RATOEIRA

Um rato olhou pelo buraco na parede e quando viu o que o fazendeiro e sua esposa tiraram de um pacote, ficou aterrorizado: era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
– Tem uma ratoeira na casa! Tem uma ratoeira na casa!!
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
– Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não volte a me incomodar por isso, por favor.
E o porco disse a ele:
– Desculpe-me, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
E a vaca o questionou:
– O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Não me amole.
Naquela noite ouviu-se o barulho do disparo da ratoeira. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha pego na cauda de uma cobra venenosa, tocou na serpente e esta a picou.
Ela foi medicada num hospital, mas voltou para casa com febre. O fazendeiro mandou matar a galinha e fazer uma canja para reanimar sua esposa.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher acabou morrendo e o fazendeiro não podendo arcar de imediato com as despesas do funeral, vendeu a vaca para um frigorífico da região.
MORAL DA HISTÓRIA
Nunca diga que um problema não é seu ou que não o afeta, pois quando há uma “ratoeira na casa” todos correm perigo. 
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“A maior corrupção se acha onde a maior pobreza está ao lado da maior riqueza”. José Bonifácio de Andrada e Silva

Desigualdades... Injustiças... O significado de caminhar sobre espinhos.




Por Alessandra Leles Rocha




Que as desigualdades permeiam o caminho da raça humana, isso ninguém dúvida. Não se trata de sermos diferentes só do ponto de vista biológico. O que agride nessa constatação é justamente a desigualdade construída no âmbito social pelo próprio ser humano. Quando ranqueamos a vida entre os que podem ou não usufrui-la dignamente, entre os que são ou não importantes socialmente, entre os que detêm ou não as riquezas,... Fazemos da desigualdade uma arma de violência e profunda opressão.
Mas, não bastasse à desigualdade, também somos massacrados pelas injustiças. Então, a balança fica deveras desequilibrada. Quando as leis, as normas, os códigos, as doutrinas não conseguem impor seus freios e contrapesos às desigualdades é sinal de que nossa esperança sucumbiu. A quem recorrer se a justiça humana nos falta? Se a venda da imparcialidade do juízo impede a Justiça de agir na justa defesa dos homens, a quem recorrer?
A desigualdade é coisa de gente. Qualquer um, na ótica do próprio umbigo, entende e pratica desigualdades no seu cotidiano afora. Mas, injustiça não. Injustiça tem traço próprio, porque é fundamental entender de justiça para contrariá-la. Por isso, a sensação de desalento, de abandono, de orfandade. A injustiça nos diminui, nos encolhe diante do mundo, demonstrando toda a nossa impotência em ser autossuficiente para socorrer-se frente às mazelas. Para fazer justiça precisamos que outros se unam a nossa causa.
Nesse trilhar de desigualdades e injustiças, então, caminhamos. Enquanto as desigualdades se agigantam diariamente, proliferando legiões e legiões de desvalidos, as injustiças às referendam sem a menor piedade. Veja o caso da menina indiana, de dez anos, grávida por conta de um estupro, que será obrigada a levar a termo a gestação porque a Suprema Corte da Índia negou todas as apelações pelo aborto 1. Veja o caso da tragédia ambiental que se abateu sobre Mariana, MG, cujo processo criminal, que responsabilizaria todos os envolvidos no rompimento da barragem de rejeitos de minério em 2015, foi suspenso pela Justiça Federal de Ponte Nova, MG, em despacho datado de 4 de julho desse ano 2. Basta ver aqui, ali, em qualquer lugar...
Por isso, não é à toa essa sensação de cansaço doente que se abate sobre todos nós. Trata-se de um cansaço de desesperança profunda, quando nos olhamos no espelho e enxergamos, ainda que sem querer, o reflexo dos feitos dessa coletividade humana. Nossos erros. Nossos equívocos. Nossos desvarios. Nossas ambições. Nossas omissões. Cada um tomando a parte que lhe cabe no montante das agruras.
De fato, José Saramago tinha razão quando disse, “Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado de percorrer os caminhos do mundo”; afinal, quem sabe, de uma constatação incessante entre esse joio e trigo, que nos maltrata e nos absorve com tanta veemência, não possa algum dia surgir um fiapo de esperança, de igualdade, de justiça?